Entre o moderno e o pós-moderno

Briga clássica: a emoção deturpa ou alimenta a razão?

Certo senhor nascido belga, criado francês, desenvolvido com norte-americanos, e parido por brasileiros, diria que nem um nem outro. Emoção e razão, arte e ciência, são duas expressões de uma mesma essência; duas formas de uma estrutura. Por isso, aliando-nos a tal percepção, acreditamos que a poesia é um dos marcos humanos. Aqui a trazemos para o mundo entendermos.

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O último poema – Manuel Bandeira

Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

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